"Sucker Punch" ou Como fazer Controle Mental Monarca Sexy

 ‘Sucker Punch’ é um filme de ação/suspense e fantasia que promete a seus telespectadores duas coisas: meninas e explosões. E ele oferece bastante. Porém, por trás da calúnia de saias curtas e efeitos CGI, esconde-se uma história perturbadora subjacente: ‘Sucker Punch’ fala sobre a vida de um escravo de controle mental que se dissocia da realidade para escapar do trauma causado pelo abuso. Este artigo analisa o significado oculto e simbolismo em ‘Sucker Punch’.

Produzido por Zack Snyder (Watchmen: O Filme, 300), ‘Sucker Punch’ descreve a busca de uma menina tentando escapar de um hospital psiquiátrico onde ela foi violentamente colocada. Para atingir este objetivo, nossa heroína, “Baby Doll”, e seus amigos, deve encontrar cinco itens que serão usados ​​para escapar da instituição. A maioria dos críticos não gostaram do enredo do “tipo videogame” como o visto em ‘Sucker Punch’ e estavam confusos com seus vários níveis de realidades alternativas.

O filme pode ser compreendido como confuso, porque há um fato importante sobre esse filme que não é conhecido pela a maioria dos espectadores, que o torna (um pouco mais) coeso e coerente: ‘Sucker Punch’ é sobre controle mental baseado em trauma e conta a história de uma vítima de programação Monarca (mais especificamente Beta ou programação sex-kitten), como ela se torna cada vez mais dissociativa. O filme se passa na psique do escravo, onde a dissociação é um mecanismo de defesa para escapar do trauma insuportável do abuso. Os profundos segredos sombrios do controle mental Monarca nunca são verdadeiramente apresentados na tela, mesmo assim estão implícitos em significados e símbolos por todo o filme.

‘Sucker Punch’ oferece um gosto da confusão vivida pelos escravos MK reais, visto que o filme sujeita seus telespectadores a algumas das mesmas distorções mentais: ilusão, engano, reversões e fala de duplo sentido. Ao avançar do filme, a linha entre realidade e ficção se torna cada vez mais embaçada e as mensagens se confundem. De primeira, o filme pode ser percebido como sendo sobre o empoderamento das mulheres, mas o simbolismo de controle mental do filme indica que ele é exatamente o oposto. Nossa heroína Baby Doll está procurando por “liberdade”, mas, no final, “liberdade” não é definitivamente o que ela achava que seria. Na verdade, todo o filme pode ser entendido de duas formas completamente opostas, tornando-se bastante um confundidor de mente. ‘Sucker Punch’ começa com uma voz fora da tela dizendo:


“Todo mundo tem um anjo. Um guardião que nos vigia. Não podemos saber que forma eles vão tomar. Um dia, um velho homem. No dia seguinte, uma menina. Mas não deixe que as aparências o engane. Eles podem ser tão ferozes quanto qualquer dragão. No entanto, eles não estão aqui para lutar nossas batalhas … mas a sussurrar do nosso coração … lembrando que somos nós. É cada um de nós que detém o poder sobre os mundos que criamos. “


Como muitas outras partes do filme, essa introdução pode se referir a anjos da guarda ajudando as pessoas a cuidar de sua vida ou a manipuladores de controle mental, que têm o poder de manipular os pensamentos dos escravos MK. Esse é apenas um dos vários possíveis duplos significados do filme.

Abuso em Casa

O filme se passa durante os anos 1950-60 (apesar de anacronismos gritantes), um período durante o qual reais experimentos MK-Ultra são conhecidos por terem ocorrido. O protagonista principal de ‘Sucker Punch’ é uma menina de 20 anos de idade, conhecido apenas como Baby Doll. Seu nome sugere fortemente o controle  mental: “baby doll” (bonecas) não controlam os seus movimentos ou ambientes. O contexto de Baby Doll espelha-se na história da vida real de muitos escravos monarcas: um pai abusivo causou traumas múltiplos em uma idade jovem, tornando-a predisposta a dissociação. Sua “posse” é então transferida para uma instituição onde a programação real ocorre, sob a supervisão de especialistas (manipuladores).

A história de Baby Doll é de fato a história típica de escravos monarcas da vida real, que são frequentemente vítimas de abusos em uma idade jovem. Após vários anos de maus-tratos, os cruéis pais têm então nenhum problema em entregar as crianças às autoridades MK – e ser limpos das possíveis acusações criminais que poderiam sofrer por anos de abuso.

Seqüências iniciais do filme apresentam a fonte do trauma de Baby Doll : um padrasto mau.

 O padrasto de Baby Doll está bêbado procurando-a para abusar. Muitos escravos 
Monarcas vêm de famílias abusivas ou famílias multi-geracionais de abuso ritualístico.


“O tipo de pai que é o mais preferido pelos programadores para oferecer os seus filhos para a programação são os pedófilos. Se um pai vai abusar de sua própria filhinha pequena, então os programadores sabem que o homem não tem consciência. Este envolvimento do pai em atividades criminosas (e, assim, sua vulnerabilidade) podem ser aumentadas continuamente. Eles querem que os homens acreditem que não vão desenvolver qualquer escrúpulo mais tarde na vida sobre o que eles fizeram. “
– Fritz Springmeier, The Illuminati Formula To Create a Mind-Controlled Slave


As feridas do padrasto ao redor do olho produzem uma ênfase no “um olho”, símbolo 
que representa, como visto em outros artigos, o controle mental dos Illuminati. O 
símbolo de ‘um olho’ aparece em outras ocasiões durante o filme.

O padrasto chama a polícia e acusa Baby Doll de matar sua própria irmã – um crime que ele cometeu. Ela é presa pela polícia e imediatamente dopada. Sua provação como uma escrava monarca começa.

Baby Doll é dada um sedativo por funcionários do Estado e levada para o hospital psiquiátrico, 
o que acaba por ser um sítio de programação de controle mental. Escravos de controle mental estão constantemente sendo dopados por seus assessores para facilitar a sua programação.
 O Local da Programação

Baby Doll é levada à força para a instituição. Várias instituições de saúde 
mental eram locais reais de controle mental utilizados pela CIA.

A instituição mental em que Baby Doll é colocada tem toda a característica de um local de programação de controle mental. A ameaça de abuso físico e sexual é constante durante todo o filme e várias técnicas são usadas para disparar dissociação.

A música é extremamente importante na instituição (e no controle mental monarca real), onde é utilizado como uma ferramenta de programação. A maioria das canções ouvidas durante o filme têm letras sugestivas, que, no contexto de controle mental, podem provocar a dissociação. Enquanto Baby Doll é levada para sua cela, o cover de Yoav da canção “Where Is My Mind” é ouvida. A letra descreve o sentimento de dissociação:

Com os pés no ar e sua cabeça no chão
Experimente este truque e gire-a, yeah
Sua cabeça vai colidir
Mas não há nada nela
E você vai se perguntar

Onde está minha mente
Onde está minha mente
Onde está minha mente

Na instituição, Baby Doll descobre que seu padrasto paga para submetê-la à forma final do controle mental: uma lobotomia completa. O administrador da instituição mental diz ao padrasto: “Não se preocupe, ela não vai nem mesmo lembrar seu nome quando eu terminar com ela”.

O filme então avança rapidamente para a cena da lobotomia.

Lobotomias foram realizadas através da inserção de um instrumento afiado através 
de um olho da vítima para “desativar” o córtex pré-frontal. O filme enfatiza o simbolismo 
da agulha passando por um olho enquanto ele representa simbolicamente o controle mental 
Illuminati.

Logo no momento em que o médico está prestes a martelar o orbitoclast no cérebro de Baby Doll, a dissociação ocorre e os espectadores são levados para uma realidade alternativa. Somos levados ao mundo, dissociativo imaginário criado pela psique da boneca, no qual ela encarna uma personagem alter: uma sex-kitten Beta.

A Realidade Alternativa

Em controle mental Monarca, existem vários tipos de programação, dependendo do uso que os manipuladores querer fazer do escravo. Em ‘Sucker Punch’, é óbvio que Baby Doll e seus amigos estão sujeitas à programação Beta – também conhecida como programação sex-kitten. A ênfase no início do filme sobre o abuso de seu padrasto é, em termos de programação monarca, a âncora.


“Toda a programação de cada um e cada escravo está ancorado em algum tipo de trauma. Um dos primeiros traumas fundamentais será vigiado, filmado, codificado e usado como uma âncora. Por exemplo, o abuso mais brutal de uma menina por seu pai vai ser usado como uma âncora sobre a qual será construída a programação Beta. (…) Psicose extrema é criado dentro de uma criança que tenta lidar com as questões criadas pelo incesto da figura mais importante para o filho – sua figura paterna.”
– Ibid.

Na realidade alternativa de Baby Doll, a instituição mental torna-se um clube dirigido por um mafioso – que é, na vida real, administrador da instituição. Os “doentes mentais” da instituição são dançarinos … com extras. Esta versão distorcida da realidade implica uma coisa importante que não é diretamente mencionada no filme: Se Baby Doll se envolve em prostituição em sua realidade alternativa, isso implica que ela é sujeita ao mesmo tratamento na instituição mental. Na programação Monarca real, o abuso repetido e sistemático é usado para criar trauma e dissociação.

Em sua realidade alternativa, Baby Doll incorpora uma personalidade alternativa – que é chamado de ‘kitten’ – que estão programadas para dar favores. A programação remove a inibição e, como veremos, Baby Doll será treinada para “deixar-se ir” e tornar-se sensual na demanda.

É durante a cena da lobotomia que é a primeira dissociação de  Baby Doll, transformando a operação sórdida em uma rotina de danças sedutoras.
 Baby Doll sendo amarrada e preparada para a lobotomia.

O mundo alternativo de Baby Doll está refletindo e ainda distorcendo sua 
lobotomia – agora é a premissa de uma rotina de dança erótica.

Apesar das aparências contrárias, o filme nunca realmente condena a prostituição forçada ou até mesmo práticas de controle mental. Tudo é transformado em uma fantasia, tornando a situação legal e atraente. Por exemplo, o ‘alter persona sex-kitten’ de Baby Doll é constantemente vestida como uma garota de colégio que é trazida por um padre.

Baby Doll e o ‘alter persona sex-kitten’ tem um passado diferente. Os escravos de programação Monarca são programados para ter alters diferentes, que têm um passado diferente, atitudes diferentes e, às vezes, até mesmo fala com sotaques diferentes do que é “real” da persona. 
No caso da Baby Doll, seu padrasto abusivo se torna um padre. 


B E T A  K I T T E N S

Em sua realidade alternativa, Baby Doll é obrigada a dançar e agradar os clientes. Desde que seu mundo alternativo é um produto de dissociação, que “açucara” a realidade para torná-la suportável, podemos deduzir que ela é forçada a fazer a mesma instituição mental, mas o filme nunca realmente mostra isso.

Baby Doll está sendo dita que ela está aqui para agradar os clientes. 
Estampas animais nas almofadas aludem à programação sex-kitten.

Sweet Pea, outra “paciente”/escrava , pratica seus movimentos de dança. Ela está 
usando estampa felina, usada em controle mental para identificar as ‘Beta sex-kittens’ .

Blondie, interpretada por Vanessa Hudgens, também usa estampas felinas. Apesar de não 
ser loira, ela é chamada de ‘Blondie’, refletindo a obsessão da programação sex-kitten 
com loiras (veja Marilyn Monroe).

Vanessa Hudgens é uma ex-estrela da Disney, como dissemos em artigos anteriores, existem numerosas ligações entre as estrelas da Disney mirins e programação monarca.
 
Hudgens tem essa tatuagem de borboleta (que foi muito divulgado por 
alguma razão) em torno de ‘Sucker Punch’ quando foi lançado. Tatuagens 
são usados ​​em programação Monarca para identificar escravos.

Espelhos e borboletas

Não diferente de outros filmes sobre o tema de controle mental (veja Cisne Negro), efeitos de espelho e reflexos confusos são muitas vezes utilizados durante ‘Sucker Punch’ para simbolizar a indefinição da linha entre realidade e ficção e para dar aos espectadores uma sensação pequena do mundo de um escravo MK.

Espelhos e movimentos de câmera fazem os telespectadores perceber que estavam olhando para reflexos invertidos durante uma cena inteira – alertando-os a nunca confiar no que eles vêem. Observe a borboleta entre os espelhos, um símbolo da programação Monarca.

Quando um dos escravos é baleado e morto por Blue, o proprietário do clube, a câmera se 
move para um espelho iluminado a partir do qual cai um retrato bebê dela. Observe a borboleta.

Quase todos os filmes sobre o controle da mente apresentam um espelho quebrado 
em um ponto – o que representa a quebra da personalidade do escravo. Em ‘Sucker 
Punch’, o espelho se estilhaça quando Blue tenta agredir Baby Doll.

Segundo Nível de Dissociação

Então onde é que as cenas de ação legais cabem em toda essa confusão perturbadora e assustadora? Bem, todos eles acontecem na cabeça de Baby Doll como uma maneira de escapar da realidade. Cada cena de ação ocorre quando Baby Doll é forçada a executar uma dança sedutora.

Utilizando a música como uma ferramenta de programação, Vera Grosky (médica da instituição que se torna o instrutora de dança na realidade alternativa) diz a Baby Doll para “deixar tudo acontecer”. Em outras palavras, ela deve se dissociar. Seguindo as ordens de Vera, quando a música começa, Baby Doll é catapultada para um segundo nível de mundo de fantasia. Durante a duração da música, a dança se transforma, dentro da cabeça da Baby Doll, em uma cena de ação imaginária que vagamente reflete a realidade. Este nível múltiplo de dissociação é um mecanismo de defesa de Baby Doll contra a realidade fria e dura: o terceiro nível da cena de ação significa que ela está dançando no segundo nível do clube, o que significa que ela provável está sendo abusada no primeiro nível da instituição mental (Espero que isto não seja muito confuso).
 Durante a sua primeira dança, Baby Doll se dissocia para um mundo semelhante ao 
Japão feudal. Ela está vestindo uma roupa curta de menina de colégio, lembrando a todos 
que, por trás de tudo isto, a verdade é que ela está sendo usada pelo corpo dela.


Durante essa primeira cena de ação dissociativa, Baby Doll encontra o “Cara Sábio”, o guia que irá levá-la a “liberdade” … e eu uso essa palavra entre aspas por um motivo. Embora possa parecer que por todo o filme, o Cara Sábio guia Baby Doll para a liberdade, ele sabe o tempo todo que sua ajuda vai levá-la para o exato oposto – a lobotomia total. Mais sobre isso mais tarde.

Na segunda cena a ação ocorre na Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial. Mais uma vez, Baby Doll é forçada a dançar. A música que ela deve dançar é extremamente significativa: é um remake de ‘Coelho Branco’, canção clássica por Jefferson Airplane. No contexto de controle mental, a letra da música assume um profundo significado:

Uma pílula deixa você grande
E uma pílula deixa você pequeno
E aquelas que a sua mãe lhe dá
Não fazem efeito algum.
Pergunte à Alice
Quando ela estiver alta

E se você for caçar coelhos,
E souber que irá falhar,
Mostre a eles que uma lagarta fumando “Narguilé”
Tem feito o chamado para você.
Chame a Alice
Quando ela estiver apenas pequena.

Quando os homens no tabuleiro de xadrez
Levantarem e lhe disserem onde ir,
E você consumira há pouco um tipo de cogumelo
E sua mente estiver movendo-se lentamente,
Pergunte à Alice;
Eu acho que ela saberá.

Quando lógica e proporção
Tiverem caído por terra
E o Cavaleiro Branco estiver falando ao contrário
E a rainha vermelha “corte a cabeça dela!”
Lembre-se o que o rato silvestre disse:
“Alimente sua cabeça
Alimente sua cabeça
Alimente sua cabeça”


Essa música clássica pode ser interpretada de várias maneiras mas, no contexto do filme, ela se encaixa perfeitamente ao tema do controle mental. Como pode ser visto em artigos anteriores, o filme ‘Alice no País das Maravilhas’ é usado como uma ferramenta para a programação Monarca, onde é dito ao escravo para “seguir o coelho branco através do espelho – O espelho iguala a dissociação. Por esta razão, o símbolo do coelho branco tornou-se um símbolo importante de controle mental na cultura popular.

 Na cena de ação da Primeira Guerra Mundial, as meninas montam um 
“mecanismo” que caracteriza proeminente o símbolo MK do coelho branco.

As outras cenas de ação seguem o mesmo padrão: Uma canção dissociativa como gatilho para Baby Doll entrar em um mundo de fantasia onde ela deve cumprir uma missão. Cada missão é uma versão distorcida da missão na vida real e ela e suas amigas devem realizar para, no fim, fugir da instituição e encontrar a liberdade.

As meninas obtêm sucesso e os itens necessários, mas não sem mortes e sacrifícios ao longo do caminho.
Indo para o “Paraíso”


Durante todo o filme, único objetivo da Baby Doll é “deixar esse lugar” e “ser livre”. Em numerosas ocasiões, o processo é referido como “ir para o Paraíso”. No entanto, como escravos de controle mental, os espectadores dos filmes são confundidos com o discurso duplo enganoso e inversões – usando palavras atraentes para descrever realidades horríveis. No filme, “Paraíso” e “Liberdade” não igualam a escapar da instituição mental, mas sim significa dissociação completa da realidade. O homem sábio que parece estar guiando Baby Doll para “liberdade” de fato leva à aceitação de sua lobotomia como a única maneira de realmente “ser livre”.

Esse final perturbador reflete a realidade ainda mais preocupante de escravos Monarcas: mesmo com os apertos de escapar de seus manipuladores, eles não podem escapar do sofrimento e do trauma de terem sido submetidos. Baby Doll aparentemente percebe esse fato. Assim, no final, em vez de fugir da instituição com sua amiga Sweet Pea, ela age como uma verdadeira heroína e se sacrifica para libertar sua amiga, criando um desvio que permite a fuga de sua amiga. Baby Doll é apreendida e levada para ser lobotomizada.

Depois que o médico realiza a lobotomia, ele diz:


“Você viu o jeito que ela olhou para mim? Apenas no último momento. Era como … ela queria que eu fizesse isso “.


Pelo menos, o sacrifício Baby Doll permite que Sweet Pea escape da instituição e seja livre, certo? Não tenha tanta certeza.

Após a fuga, Sweet Pea é mostrada em uma estação de ônibus prestes a sair da cidade. Quando ela entra no ônibus, um garoto, que parece estranhamente familiar, olha para ela.

 O estranho garoto na estação de ônibus é o mesmo garoto esquisito que 
apareceu no cenário da Primeira Guerra Mundial. Desde que a cena foi o resultado 
de dissociação, é a cena da estação de ônibus também imaginária?


Quando Sweet Pea vê a placa do ônibus, ela percebe que o motorista do ônibus é o homem sábio que guiou Baby Doll em direção a sua lobotomia. Ele diz para ela descansar um pouco porque ela tem “um longo caminho a percorrer”. É ele levando-a a liberdade ou a um “paraíso” dissociativo?

 Quando o ônibus anda pela estrada distante, vemos um outdoor dizendo: “Restaurante Paraiso”.


Produtos MK


Aqui estão alguns oficiais e licenciados do camisetas de ‘Sucker Punch’ que contem seu quinhão simbólico de simbolismo de controle mental Illuminati.

 O ursinho de pelúcia com a testa e botões 
costurados no lugar dos olhos representa os escravos 
e seus filhos MK com a perda de inocência.

 O coelho sem uma olho.


 Outro projeto da camisa com uma ênfase em um dos olhos. Pendurada 
a espada é a “chave” para a liberdade de Baby Doll … dissociar em fantasias. 


Conclusão


Alguns cinéfilos sairiam depois de ‘Sucker Punch’ acreditando que o filme é sobre uma “delegação de autoridade”, “mulheres lutando” e qualquer outra palavra parecida que eles estão usando esses dias. Enquanto alguns podem perceber Baby Doll como uma mulher forte que luta contra a opressão dos homens, outros podem concluir que o filme serve para as perversões, transformando-os em uma fantasia. O mesmo discurso duplo pode ser atribuído ao filme quando relacionados com o tema do controle mental. Enquanto a mensagem principal do filme parece ser sobre a “luta pela liberdade”, um olhar mais profundo do filme revela que ele pode estar dizendo o contrário. No final, a “batalha” de Baby Doll não foi de rebeldia e liberdade, mas de escapar e dissociar. Seu “guia” não foi um agente de libertação, mas um manipulador que possuía as chaves da sua psique, guiando-a para a fratura de sua personalidade.

As palavras finais do filme, dita por uma voz ‘fora da tela’, também mostram reversões e fala de duplo sentido. É um discurso sobre capacitar a autodeterminação ou uma descrição do controle completo do condutor da psique do escravo?:


“Quem honra aqueles que amamos com a própria vida que vivemos? Quem envia monstros para matar-nos e, ao mesmo tempo canta que nunca vai morrer? Que nos ensina o que é real e como rir de mentiras? Quem decide por que vivemos e que vamos morrer para defender? Quem nos prende? E quem tem a chave que pode nos libertar? “


O filme termina com Baby Doll nas mesmas palavras que foi dita antes de ela dançar e dissociar na primeira vez.


“É você. Você tem todas as armas que você precisa. Agora lute.”


Através do engano, ilusão e fala-dupla, os telespectadores testemunham uma promoção sutil e a glorificação no filme, que, aparentemente, parecia contra. Eu acho que é por isso que eles chamaram o filme ‘Sucker Punch’ ou ‘Golpe Baixo’, em português.

Fonte: VC

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